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     TERCEIRO SETOR
Pará realiza o primeiro Censo do Terceiro Setor do país A pesquisa revelará o número de instituições, de empregos gerados, o volume de recursos operados, o público atendido e como estão estruturadas as organizações

Por Maria Ana Sitonio

Mesmo com o crescimento do Terceiro Setor nos últimos anos, foi só a partir da década de 90 que sua importância recebeu destaque no cenário econômico e social brasileiro. O único estudo sobre a dimensão do Setor foi realizado, em 1999, pelas pesquisadoras Leilah Landim e Neide Beres, e trata de informações agregadas aos anos de 1991 e 1995. Por isso a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), por meio do Centro de Estudos do Terceiro Setor do Brasil (CETS), em parceria com a Fundação Orsa, realiza o primeiro Censo do Terceiro Setor do Brasil para o Governo do Estado do Pará.

A pesquisa revelará o número de instituições, de empregos gerados, o volume de recursos operados, o público atendido e como estão estruturadas as organizações do Terceiro Setor no Pará. O objetivo do Censo é criar um banco de dados com informações das organizações que compõem o Setor, independente do tamanho ou localização das mesmas.

Segundo o professor Luiz Carlos Merege, coordenador do Centro de Estudos do Terceiro Setor da FGV-EAESP e do Censo, o levantamento da Região Metropolitana de Belém, onde estão 70% das ONG’s do Estado (aproximadamente 3,6 mil instituições), estará pronto em agosto de 2004. “Nosso objetivo é finalizar o Censo do Estado do Pará até o final deste ano”, afirma.

O Censo será baseado em uma metodologia criada pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) para ser aplicada nos sistemas de contas nacionais dos 180 países membros, permitindo a inclusão do Terceiro Setor no mapa da economia mundial, além da comparação de dados em nível nacional e internacional. É a primeira vez que a metodologia será aplicada na América Latina.

Merege explica que um dos motivos para a falta de dados sobre o Setor é a utilização da metodologia das Contas Nacionais-um conceito macroeconômico que ao dividir as atividades humanas em agrícolas, industriais e de serviços, incluía as organizações da sociedade civil nesta última classificação, sem destacar suas características próprias.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o Terceiro Setor participa com 1,5%, em moeda de 1995, com o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o percentual corresponde a um valor em torno de R$ 10,9 bilhões.

Segundo Merege, mesmo parecendo “modesta quando comparada a outros países” - nos EUA é de 6,30% e no Reino Unido é 4,80%- a participação do Terceiro Setor no PIB. A dimensão econômica brasileira gera perspectivas favoráveis para expandir a atuação do Setor.

Participam da iniciativa as Centrais Elétricas do Pará (Celpa), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade do Estado do Pará (UEPA), a Universidade da Amazônia (Unama), as prefeituras da Região Metropolitana de Belém, o Movimento de Emaús e o Sebrae.

Fonte: Intercidadania - www.intercidadania.com.br


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