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     CULTURA

Após a França, Espanha e Itália querem um "Ano Internacional do Brasil"

Por Estela Takada

Países europeus também querem homenagear o Brasil

Com o sucesso do Ano do Brasil na França, uma iniciativa dos governos francês e brasileiro, a Espanha e a Itália estão dando os primeiros passos para promover eventos semelhantes em breve.

"O governo espanhol mostrou os primeiros sinais para se aproximar do Brasil, com a intenção de promover um evento igual ao que ocorre na França", informou entusiasmado o comissário-geral do governo brasileiro, André Midani,em entrevista à ANSA. O funcionário irá em julho à Espanha para tratar desta proposta.

O funcionário comenta que os setores privados italianos já se aproximaram do Brasil para levar as manifestações artísticas expostas na França à Itália.

Esta é uma grande possibilidade ao Brasil, para o comissário, possivelmente o governo italiano irá promover o aumento das relações com o brasileiro, devido à diversidade e presença italiana no Brasil. "Se o ano (na França) for um grande sucesso, como está sendo, é provável que os dois governos (do Brasil e Itália) realizem" um projeto semelhante.

ANO DO BRASIL NA FRANÇA

O comissário-geral André Midani confirma o sucesso do evento. São apenas três meses de mostras brasileiras, com uma repercussão única: 3.500 páginas publicadas pela imprensa de todo o mundo retratando a aceitação da literatura, moda, produtos, música, fotografias, dos aproximadamente 400 programas previstos nesta agenda cultural.

Entre as diversificadas manifestações, um destaque foi o contrato fechado entre os dois países para a co-produção cinematográfica.

"A França é uma porta de entrada à Europa. Não tenho a menor dúvida de que isso irá repercutir em outros países e de que ocorrerão investimentos, pois o Brasil é um dos maiores membros do Mercosul", previsiona Midani.

Até o fim deste ano, o evento mostra o Brasil contemporâneo, com exposições voltadas a tecnologia, biomedicina e capacidades comerciais, além da cultura que desde o início do ano desperta o interesse europeu. (ANSA)

Fonte: www.cultura.gov.br