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     CINEMA

Animação é o tema da 4ª Mostra
de Cinema Infantil de Florianópolis


Evento lança livros, curtas e longas nacionais e estrangeiros, promove o 1° Encontro de Cinema Infantil de Florianópolis e oferece para crianças de escolas públicas oficinas de animação

Afinada com o desenvolvimento, o fortalecimento e o resgate do cinema nacional para crianças, a 4ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis tem como tema este ano a Animação. De 1° a 17 de julho serão exibidos 11 longas metragens entre nacionais e estrangeiros e 16 curtas (oito do Brasil e oito da França), além de vídeos - todos de reconhecida qualidade internacional. Dois longas - No Meio da Rua (Brasil) e Castelo Animado (Japão) - terão pré estréia nacional no evento, assim como o curta O Arroz Nunca Acaba, de Marão.

A criançada vai poder conferir também uma raridade do cinema nacional: Piconzé (1972), de Yppe Nakashima, o primeiro desenho animado infantil nacional, que será exibido em vídeo, pois não foram encontrados os negativos para fazer nova cópia. Outro resgate é o clássico brasileiro A Dança dos Bonecos de Helvécio Ratton, considerado um dos melhores filmes para crianças já produzidos no país e que deve ser relançado nacionalmente em breve.

Além da exibição de filmes e vídeos, a Mostra traz como novidade o Encontro de Cinema Infantil de Florianópolis, que reunirá na cidade experts no assunto para discussão de questões importantes para o setor; atores e atrizes dos filmes Tainá 2 e No Meio da Rua, para um bate-papo com a criançada; e uma oficina de animação ministrada pelo Núcleo de Animação de Campinas para 4 mil crianças de escolas públicas e 15 crianças do Projeto Esperança da comunidade Chico Mendes.

"Cada ano escolhemos um tema", explica a coordenadora da Mostra, Luiza Lins, que ao longo de 10 meses garimpou obras no Brasil e no exterior para o evento, acrescentando que "serão exibidos ainda curtas de animação produzidos pela Multirio, Instituto Marlin Azul, de Vitória, pela Marão Filmes e André Liebes, nomes fortes deste gênero no Brasil". Os curtas Curupira, O Boto e Iara, além de resgatarem o folclore brasileiro, fazem parte do projeto Juro que Vi, da Multirio, com alunos das escolas municipais do Rio de Janeiro como parceiros na criação de desenhos animados. Do Instituto Marlin Azul serão exibidas as animações Portinholas, Mangue e Tal e Zen ou não Zen, todos produzidos por crianças que fazem parte do Projeto Animação do Instituto.

Durante a semana, haverá sessões gratuitas de vídeos nacionais - a maioria do edital Curta Criança de 2004 - e canadenses. Numa inversão do ano do Brasil na França, também serão apresentados longas e curtas franceses, como a animação A Profecia dos Sapo, de Jacques-Rèmy Girerd, sucesso no Festival de Berlim em 2004 e no II Festival Internacional de Cinema Infantil.

Como no anos anteriores, haverá pipoca e lanche para os participantes e o lançamento de livros, desta vez da Coleção No Escurinho do Cinema, da Editora Planeta: Tainá 1, Tainá 2 e O Amigo Invisível. Para finalizar a Mostra de 17 dias, dois shows, no domingo dia 17, com o grupo musical Palavra Cantada no espetáculo Pé com Pé. "Tudo isso é para mostrar que se faz, sim, arte de qualidade para crianças no Brasil", conclui Luiza Lins, lembrando que "cabe a nós utilizar esta arte para diminuir o abismo entre pobres e ricos e, quem sabe, contribuir para a construção de um futuro melhor".


Mais informações

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