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     CINEMA

Cine Ceará - Festival Nacional de Cinema e Vídeo


O Cine Ceará é um dos festivais brasileiros recentes que mais cresceu nos últimos anos. Com apenas doze anos, o evento é um dos principais do Brasil, ao lado de festivais tradicionais como o de Gramado e Brasília.

Realizado desde 1991, o festival nasceu na tentativa de exibir vídeos produzidos pelos diretores locais. O evento logo passou a ser referencia para realizadores e local de intercâmbio de experiências. Desta época foram descobertos grandes talentos cearenses, como o cineasta Glauber Paiva Filho, que veio a ser premiado em várias outras edições do Cine Ceará.

Em 1995, o evento passou-se a chamar Cine Ceará, passou a receber produções de todo o país e a realizar mostras competitivas de curtas e médias metragens. Um ano depois, surgiu dentro do festival a Mostra Internacional de Novos Talentos e a partir daí, o então Cine Ceará passou a chamar-se Cine Ceará - Festival Nacional de Cinema e Vídeo. Há dois anos, o festival premia longas-metragens na Mostra Competitiva.

Anualmente, além das mostras, o festival realiza painéis, seminários, oficinas, além de render homenagens a nomes do cinema nacional. O festival procura realizar painéis e seminários com temáticas ligadas a situação atual do cinema nacional. Já foram realizados seminários sobre o renascimento do cinema brasileiro, produção, distribuição, investimento e captação financeira.

O número de diretores internacionais participantes cresce a cada ano. O festival já exibiu filmes da República Tcheca, Índia, Austrália e França. Paralelo ao sucesso da mostra internacional, o Ceará pôde comemorar o resultado de suas ações: de 1995 a 1998, 31 longas-metragens e 12 vídeos foram produzidos ou estavam em fase de produção no Estado.

A partir de 2000, o Cine Ceará descentralizou suas mostras e levou a quatro bairros da periferia de Fortaleza algumas de suas produções locais, como Corisco e Dadá, de Rosemberg Cariry e Campo Branco, de Telmo Carvalho.

No ano seguinte, o Cine Ceará passou a realizar a Mostra Competitiva de Longa-Metragem para filmes nacionais, que foi conseqüência das inúmeros pré-lançamentos que já ocorriam dentro do festival desde 1995. Alguns filmes que puderam ser assistidos em primeira mão foram Notícia de uma Guerra Particular, de João Moreira Salles, Eu, Tu, Eles, de Andrucha Waddington, Janela da Alma, de João Jardim e Walter Carvalho, Domésticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival, e Latitude Zero, de Toni Venturi.

Este ano, em sua 15ª edição, os longas em disputa são quatro documentários (A Marca do Terrir, de Ivan Cardoso; A Pessoa É para o que Nasce, de Roberto Berliner; Moacir, Arte Bruta, de Walter Carvalho; e Seu Chico, um retrato, de José Mamigonian) e três ficções (Quanto Vale ou É por Quilo, de Sergio Bianchi; Por 30 Dinheiros, de Vânia Perazzo e Ivan Hlebarov; e Bens Confiscados, de Carlos Reichenbach).

Mais informações acesse o site do festival